quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Postado por Nilson Rocha

“Eis o primeiro ponto para o qual chamaremos a atenção: não existe cômico fora do que é propriamente humano. Uma paisagem poderá ser bela, graciosa, sublime, insignificante ou feia; mas nunca será risível. Poderemos rir-nos dum animal, mas somente porque surpreendemos nele uma atitude de homem ou uma expressão humana. Poderemos rir-nos dum chapéu, mas do que a gente se ri não é do bocado de feltro ou de palha, mas da forma que os homens lhe deram, do capricho humano que o modelou.” (BERGSON, 'O Riso - Ensaio sobre o significado do cômico'. 1993. pg. 18).



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