“Eis o primeiro ponto para o qual
chamaremos a atenção: não existe cômico fora do que é propriamente humano. Uma paisagem poderá ser bela,
graciosa, sublime, insignificante ou feia; mas nunca será risível. Poderemos
rir-nos dum animal, mas somente porque surpreendemos nele uma atitude de homem
ou uma expressão humana. Poderemos rir-nos dum chapéu, mas do que a gente se ri
não é do bocado de feltro ou de palha, mas da forma que os homens lhe deram, do
capricho humano que o modelou.” (BERGSON, 'O Riso - Ensaio sobre o significado do cômico'. 1993. pg. 18).
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